sábado, 14 de agosto de 2010
A cidade dos colhedores de balões originou-se do encontro de dois amigos, Elaine e Iran. A narrativa escrita por ela, recria-se a partir das imagens feitas por ele. Deixam de ser ilustrações e passam a compor a história. O jogo com as negações, com o tempo e com o sentido pretende levar o leitor a questinar-se sobre a lógica da linguagem e a certeza das significações. Isso pode ser feito em diferentes camadas de leitura, conforme o leitor, que não é passivo, que interfere no texto e transforma-se ao ler. Por isso é para todas as idades. Mas, o mais importante é que é um livro divertido, que não precisa ser compreendido ou interpretado. Precisa ser lido e rido.
“Colhedores de Balões: País situado entre Acima e Abaixo e Rutabaga. Principal produto do país, os balões de todas as cores enchem o céu no final do verão. Balões de pêssego, melancia, pão de centeio e pão de trigo florescem, além de balões de lingüiça e costeletas de porco.”
Manguel, Alberto e Guadalupi, Gianni. Dicionário de Lugares
Imaginários. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p.112
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